Reflexão

A FÉ NÃO CONSISTE NA IGNORÂNCIA, MAS NO CONHECIMENTO.
João Calvino

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Mural da 9a série




Autocorreção de exercícios, capítulos:
1 - 2 - 3 - 4 - 5 - 6 - 7 - 8 - 9 - 10 - 11 - 12 - 13 - 14

Questões de Vestibular sobre
ImperialismoA República VelhaA Primeira Guerra MundialA Revolução RussaCrise capitalista e Regimes totalitáriosA segunda guerra Mundial - A era Vargas - A Guerra Fria

Para ver:

A REVOLUÇÃO DOS BICHOS - legendado



A MENINA QUE ROUBAVA LIVROS


EDUCATION FOR DEATH


A SEGUNDA GUERRA VISTA DO ESPAÇO - Documentário HC



A FACE DO FUHRER


ALÔ, AMIGOS!


VOCÊ JÁ FOI À BAHIA? - quase nos 20 minutos


 A QUEDA


JULGAMENTO DE NUREMBERG


A VIDA APÓS HITLER - Documentário





CAPÍTULO 6
1. A Alemanha, após invadir a Polônia, conquistou os países da Europa Ocidental – exceto o Reino Unido – baseada na estratégia da blitzkrieg. Na expansão para o leste, teve dificuldades ao se confrontar com a URSS, sofrendo pesadas derrotadas. Em maio de 1945, com Berlim ocupada pelos soviéticos e sem poder de resistência, rendeu-se incondicionalmente. A França foi ocupada pelos alemães em 1940, sendo dividida em norte – domínio nazista – e sul – República Vichy, pró nazista, e só foi libertada pelos aliados em 1944 – operação Overlord em 6.6.1944 (Dia D) – passando a compor a frente contra a Alemanha. A URSS entrou na guerra após a Alemanha quebrar o pacto de não-agressão – Ribbentrop-Molotov – e acionar a operação Barbarrossa, de invasão ao território. Vencendo os alemães em Moscou, Stalingrado e Kursk, os soviéticos abriram a primeira frente ofensiva contra os alemães, expulsaram os alemães de vários territórios no leste europeu, tomando Berlim em 1945. Japão e EUA protagonizaram a guerra no Pacífico. Os EUA, no Ocidente, apoiou os Aliados com armas e munições, e apoiou na luta contra o Eixo. No Oriente, os EUA  entram na guerra após o ataque japonês a Pearl Harbor. Após 1943, as vitórias norte-americanas tornaram-se frenquentes e, em 1945, encerrada a guerra na Europa, continuo no Pacífico, sendo lançadas as bombas atômicas sobre cidades japonesas. A rendição do Japão ocorre em setembro.               

2. A invasão à Polônia em 1939 provoca o início da guerra. Em 1940, as forças nazistas avançam sobre DIN/NOR/HOL/BÉL/LUX/FRA. A estratégia da guerra-relâmpago garante o domínio Ocidental, exceto o Reino Unido. Em 1941 começa o avanço para o Oriente –HUN/ROM/BUL/GRÉ/IUG – e em junho os nazistas avançam contra a URSS, sendo derrotados na Batalha de Moscou no final daquele ano.

3. Expansão no Pacífico: em busca de recursos para a demanda industrial, os japoneses adotam uma política expansionista, chegando à Indochina, o que fere interesses dos EUA na região. Resposta norte-americana: o governo congelou os bens dos imigrantes japoneses em seu território e cortou o fornecimento de petróleo para o Japão. Pearl Harbor: os japoneses atacam a base naval dos EUA no Havaí (7.12.1941). Batalhas no Pacífico: ocorrem várias batalhas, e as vitórias dos EUA são mais frequentes a partir de 1943, apesar da ação japonesa dos kamikazes. Bomba atômica: para “abreviar o fim da guerra”, o governo dos EUA autoriza o lançamento de bombas atômicas sobre Hiroshima (06.08) e Nagasaki (09.08).

4. B           5. a) o Holocausto.     b) para o autor, uma das metas da educação é não deixar que a bárbarie nazista seja esquecida, para que algo semelhante não se repita.      c) o autor defende que é papel da educação evitar que a experiência de Auschwitz se repita.     d) segundo ele, a reflexão racional desvinculada de conteúdos humanistas e de valores éticos, transformou a razão em instrumento para o lucro. A relação de domínio e de exploração do capitalismo resultaram na coisificação do indivíduo, no totalitarismo, nos campos de concentração. e) R. P.

6. A peça é usada para criticar a invasão alemã à Polônia, criticando a manipulação ideológica por parte de Hitler (“o nosso rei”) em justificar a guerra como algo glorioso para o povo alemão (a “arraia miúda”).

CAPÍTULO 7
1. A crise de 1929 acelerou a quebra do pacto SP-MG, permitindo a formação de outro grupo político – AL = MG/RS/PB. Apesar da vitória eleitoral do candidato de SP – Julio Prestes –, a morte de João Pessoa incentiva a oposição a agir, com apoio de parte do exército, contra o governo de Washington Luís. Vitoriosa, a ação armada resulta na queda de Washington Luís e na ascensão de Vargas.

2. A Revolta de Princesa foi um incidente local do estado paraibano, uma disputa de poder entre o governo da Paraíba – João Pessoa – e o município de Princesa Isabel – Pereira Lima. Nesse contexto ocorre a morte de João Pessoa, fato que é usado pela Aliança Liberal para provocar a oposição ao governo federal e iniciar o levante que resultou na ascensão de Vargas ao poder.

3. a) AIB: simpatizava com o fascismo, defendia o Estado forte e militarizado, era contra o comunismo; “integralistas”; Plínio Salgado. b) ANL: reunia socialistas, comunistas, intelectuais, militares de baixa patente e setores das camadas médias urbanas; era contra o imperialismo, defendia a nacionalização de empresas estrangeiras, a reforma agrária, a suspensão do pagamento da dívida externa e a implantação de um governo popular; “aliancistas”; Luis Carlos Prestes. c) DIP: órgão do governo responsável pela propaganda oficial do regime varguista, pela promoção da figura pessoal de Vargas e pela censura aos meios de comunicação; significa Departamento de Imprensa e Propaganda; criado em 1939.

4. a) o tombamento dos conjuntos arquitetônicos das cidades históricas de Minas Gerais e das ruínas de São Miguel das Missões. b) a criação da CSN e da CVRD.  c) a criação da CLT.

5. E      6. a) Enquanto o governo Vargas, aparentemente, garantia liberdade de expressão e criação, na prática perseguia, prendia, censurava os opositores.  b) O Brasil entrou na guerra no bloco dos ALIADOS após o governo Vargas obter vantagens econômicas do governo dos EUA.

7. a) Os governos PROVISÓRIO (1930-34) e CONSTITUCIONAL (1934-37), além do início do Estado Novo (1937). b) 1930: alegria, pela chegada ao poder; 1931, dissimulação, ao criar o Ministério do Trabalho e a Lei da Sindicalização; 1932: desprezo pela rebelião paulista. 1933: tranquilidade com a eleição para a ANC. 1934: dissimulação, com a criação da nova Constituição. 1935: desdém e sarcasmo com a Intentona Comunista. 1936: desagrado com a ideia de sair do poder. 1937: raiva e fúria, como um ditador pronto a reprimir, na decretação do Estado Novo.

8. a) Vargas, afetuoso e sorridente; crianças alegres; um menino segurando uma bandeira; meninas marchando e segurando bandeiras. b) A juventude foi representada com um ar saudável, disciplinada, ordenada e militarizada, ideias q  eu eram defendidas e propagadas pelo Estado Novo. c) Veicular uma imagem positiva do presidente e do regime e incentivar ideias nacionalistas e valores ligados à ordem.


9. Argumentos favoráveis: criação do Código Eleitoral Brasileiro, da Constituição de 1934, de empresas que impulsionaram a industrialização no Brasil (CSN e CVRD), e da CLT. Argumentos contrários: chegada ao e permanência no poder via golpe de estado (1930 e 1937), repressão e censura, controle sindical, manipulação ideológica (propaganda do Estado Novo).